O modelo clássico separa as funções: marketing define campanha, agência de mídia compra clique, um fornecedor “faz o site”. Cada um entrega o seu pedaço. Ninguém entrega o resultado.

Na Seventy a aposta é outra: desenvolvimento e marketing no mesmo time, olhando a mesma meta. Não é slogan. É processo, e muda o que entra no briefing, no design e na publicação.

O problema do funil partido

Quando as áreas não se falam, aparecem sintomas previsíveis:

  • Landing linda que não tem evento de conversão configurado
  • Anúncio prometendo algo que a página não mostra
  • Formulário que o time de mídia não consegue ler no painel
  • Site “pronto” que só funciona em desktop
  • Retrabalho infinito porque a oferta mudou depois do layout aprovado
Sem dono da meta, cada entrega está “certa”, e o funil inteiro está errado.

O que muda com um time só

Unir as frentes não significa que todo mundo faz tudo. Significa que as decisões passam pelo mesmo critério: isso aproxima ou afasta a conversão?

No briefing

Em vez de “preciso de um site moderno”, a conversa começa em oferta, público, origem do tráfego e o que conta como sucesso. Formato (landing ou institucional) sai daí, não do gosto pelo template. Escrevemos sobre isso em site vs landing page.

No design e no código

Hierarquia, CTA e velocidade deixam de ser “detalhe de implementação”. Entram como requisitos do projeto, junto com tipografia e cor. Um hero pesado que atrasa o LCP não passa só porque “ficou bonito”.

Na publicação

Pixel, eventos, WhatsApp e formulário sobem com a página, não numa “fase 2” que nunca chega. A campanha pode ligar no mesmo dia.

Como rodar na prática

  1. Uma meta por projeto. Ex.: “X leads qualificados / semana” ou “Y% de conversão na landing da oferta Z”.
  2. Um responsável pelo funil. Alguém que pode mudar copy, layout e tracking sem esperar três fornecedores.
  3. Rituais curtos. Antes do ar: checklist de velocidade, eventos e mensagem alinhada ao anúncio. Depois do ar: leitura semanal do que a página fez.
  4. Mudança barata. Estrutura pensada para ajustar oferta e prova social sem redesenhar tudo a cada campanha.

Para quem isso faz sentido

Negócios que vivem de tráfego pago, lançamentos e funis curtos ganham mais. Marcas que só precisam de presença institucional ainda se beneficiam, mas o ganho aparece mais quando cada clique tem preço.

Se você está cansado de juntar três PDFs de três fornecedores para descobrir por que a campanha não converteu, o caminho é um time que assume a página e a meta. É o jeito que construímos o Vitrine.Club e as landings que entregamos hoje.